sexta-feira, 19 de agosto de 2011

"Renowned Brands: Slave Labor"


After Zara, six brands of clothes will be investigated by the Ministry of Labor for use of labor under conditions akin to slavery clothing in the city of São Paulo, Brazil.

According to an article published in the UOL , attorney Fabiola Zani, who is overseeing the case, three workshops were found with bolivians in degrading conditions. On site, the kids was working for, Ecko, Gregory, Billabong, Brooksfield, Cobra d'Água e Tyrol, and Zara's own.

Companies will be asked to provide information, and if it is proven the use of labor illegally, companies can be fined, and ordered to sign a conduct to end the practice.

This week, the brand Zara has been reported for using slave labor in the bolivian apparel brand. In this case, the Regional Superintendent of Labor and Employment of São Paulo applied notices labor to Zara that, together, can reach $ 1 million.

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Depois da Zara, mais seis marcas de roupas serão investigadas pelo Ministério Público do Trabalho por uso de mão de obra em condições semelhantes à escravidão em confecções na cidade de São Paulo.

Segundo reportagem publicada no portal UOL, a procuradora Fabíola Zani, que está responsável pelo caso, três oficinas foram encontradas com bolivianos em condições degradantes. No local, os trabalhadores faziam roupas para as marcas Ecko, Gregory, Billabong, Brooksfield, Cobra d'Água e Tyrol, além da própria Zara.

As empresas serão chamadas para prestar esclarecimentos, e se for comprovado o uso da mão de obra de forma irregular, as empresas poderão ser multadas, além de intimadas a assinar um termo de conduta para acabar com a prática.

Esta semana, a grife Zara foi notificada por utilizar mão de obra escrava de bolivianos nas confecções da marca. Neste caso, a Superintendência Regional do Trabalho e Emprego de São Paulo aplicou autos de infração trabalhistas à Zara que, somados, podem atingir R$ 1 milhão.